O que é a Balança Comercial? A balança comercial é uma medida econômica que registra a diferença entre as exportações e importações de bens e serviços de um país durante um determinado período de tempo, geralmente um ano. Em termos simples, é a diferença entre o que um país vende para outros países e o que compra deles.
Como Funciona: Para calcular a balança comercial, os países registram todas as transações comerciais que ocorrem dentro de suas fronteiras. As exportações referem-se aos bens e serviços produzidos internamente e vendidos para outros países, enquanto as importações são os bens e serviços comprados de outros países e trazidos para o país de destino. A diferença entre o valor total das exportações e o valor total das importações determina se um país tem um saldo comercial positivo (superávit) ou negativo (déficit).
Por Que é Importante: A balança comercial desempenha um papel crucial na economia de um país por várias razões:
Indicador da Competitividade Econômica: Um superávit na balança comercial pode indicar que um país é competitivo na produção de bens e serviços, enquanto um déficit pode sugerir o contrário.
Impacto nas Taxas de Câmbio: O saldo da balança comercial pode influenciar as taxas de câmbio de uma moeda. Um superávit pode fortalecer a moeda nacional, enquanto um déficit pode enfraquecê-la.
Reflexo da Saúde Econômica: A balança comercial é frequentemente usada como um indicador da saúde econômica geral de um país. Um superávit pode indicar uma economia forte e vibrante, enquanto um déficit pode levantar preocupações sobre a dependência de financiamento externo.
Conclusão: Em resumo, a balança comercial é uma ferramenta fundamental para avaliar o desempenho econômico de um país e sua posição no cenário global. Ao entender como funciona e por que é importante, podemos ganhar insights valiosos sobre as dinâmicas econômicas que moldam o mundo ao nosso redor. Espero que este blog tenha ajudado a desvendar alguns dos mistérios por trás da balança comercial. Até a próxima!
As moedas digitais, também conhecidas como criptomoedas ou criptoativos, são uma forma de dinheiro totalmente digital que utiliza criptografia para garantir sua segurança e integridade. Elas são criadas, armazenadas e trocadas de forma descentralizada, sem a necessidade de uma autoridade central, como um banco ou um governo.
O Bitcoin, criado em 2009, foi a primeira moeda digital a ser lançada. Desde então, surgiram centenas de outras moedas digitais, cada uma com suas próprias características e funcionalidades.
Como funcionam as moedas digitais?
As moedas digitais são baseadas em uma tecnologia chamada blockchain, que funciona como um grande livro-caixa público. Todas as transações realizadas com moedas digitais são registradas no blockchain, de forma transparente e irreversível.
Para realizar uma transação com moedas digitais, é necessário ter uma carteira digital, que é um software que armazena as moedas digitais. Para enviar moedas digitais para outra pessoa, é necessário informar o endereço da carteira digital da outra pessoa.
A transação é então registrada no blockchain e, após a confirmação de alguns blocos, a moeda digital é transferida para a carteira digital da outra pessoa.
Vantagens e desvantagens das moedas digitais
As moedas digitais oferecem algumas vantagens em relação às moedas tradicionais, como:
Segurança: as moedas digitais são protegidas por criptografia, que torna difícil a falsificação ou o roubo.
Transparência: todas as transações realizadas com moedas digitais são registradas no blockchain, o que garante transparência e accountability.
Descentralização: as moedas digitais não são controladas por uma autoridade central, o que pode oferecer mais liberdade e controle aos usuários.
No entanto, as moedas digitais também apresentam algumas desvantagens, como:
Volatilidade: o preço das moedas digitais pode ser muito volátil, o que pode representar um risco para os investidores.
Complexidade: as moedas digitais podem ser complexas de entender e usar, o que pode afastar alguns usuários.
Regulamentação: as moedas digitais ainda não são regulamentadas em muitos países, o que pode representar um risco para os usuários.
Conclusão
As moedas digitais são uma tecnologia relativamente nova que ainda está em desenvolvimento. No entanto, elas têm o potencial de revolucionar o sistema financeiro tradicional, oferecendo mais segurança, transparência e liberdade aos usuários.
A tecnologia está transformando o mundo a uma velocidade cada vez maior. A automação, a inteligência artificial (IA) e outras tecnologias estão impactando profundamente a forma como trabalhamos.
Impactos da tecnologia no trabalho
A tecnologia está automatizando muitas tarefas que eram anteriormente realizadas por humanos. Isso está levando à perda de empregos em alguns setores, como manufatura, logística e serviços.
No entanto, a tecnologia também está criando novos empregos em outros setores, como tecnologia da informação, saúde e serviços financeiros. À medida que a tecnologia continua a se desenvolver, é provável que continuemos a ver uma mudança na natureza do trabalho.
Habilidades necessárias para o futuro do trabalho
A tecnologia está exigindo novas habilidades dos trabalhadores. As habilidades cognitivas, como pensamento crítico, resolução de problemas e criatividade, estão se tornando cada vez mais importantes.
As habilidades interpessoais, como comunicação, colaboração e trabalho em equipe, também são importantes para o sucesso no mundo do trabalho.
O futuro do trabalho: desafios e oportunidades
A transformação tecnológica do trabalho apresenta desafios e oportunidades. Os desafios incluem a necessidade de adaptação dos trabalhadores às novas tecnologias e a necessidade de garantir que todos tenham acesso à educação e à formação necessárias para se preparar para o futuro do trabalho.
As oportunidades incluem o potencial de criar novos empregos e de aumentar a produtividade. A tecnologia também pode ajudar a melhorar as condições de trabalho, tornando-as mais seguras e mais flexíveis.
Conclusão
O futuro do trabalho é incerto, mas é certo que a tecnologia terá um papel fundamental na forma como trabalhamos. É importante que os trabalhadores estejam preparados para as mudanças que estão por vir, desenvolvendo as habilidades e competências necessárias para o futuro do trabalho.
Dicas para se preparar para o futuro do trabalho
Aqui estão algumas dicas para se preparar para o futuro do trabalho:
Invista em educação e formação contínua.
Fique atento às tendências tecnológicas.
Desenvolva suas habilidades cognitivas e interpessoais.
Seja flexível e adaptável.
Ao seguir essas dicas, você estará melhor preparado para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades do futuro do trabalho.
Algumas tendências específicas que podem moldar o futuro do trabalho incluem:
A automação e a inteligência artificial continuarão a automatizar tarefas, levando à perda de empregos em alguns setores, mas também à criação de novos empregos em outros setores.
O trabalho remoto e o trabalho flexível serão mais comuns, à medida que a tecnologia permite que as pessoas trabalhem de qualquer lugar.
As habilidades cognitivas e interpessoais, como pensamento crítico, resolução de problemas, criatividade, comunicação, colaboração e trabalho em equipe, serão cada vez mais importantes para o sucesso no trabalho.
Os trabalhadores precisarão ser mais flexíveis e adaptáveis para lidar com as mudanças constantes no mundo do trabalho.
É importante notar que essas são apenas algumas tendências, e é impossível prever com certeza o que o futuro reserva para o trabalho. No entanto, é importante estar ciente dessas tendências e se preparar para elas, desenvolvendo as habilidades e competências necessárias para o futuro do trabalho.
Se você é proprietário de um veículo, certamente já sentiu o impacto dos preços dos combustíveis no seu bolso. Os altos e baixos nas bombas de gasolina são uma realidade que afeta a todos, desde o motorista comum até as indústrias de transporte e logística. Mas o que realmente está por trás dessas flutuações e como podemos entender melhor esse cenário? Neste artigo, mergulharemos fundo no mundo dos combustíveis, revelando os fatores que influenciam os preços e fornecendo dicas para economizar.
O Que Molda os Preços dos Combustíveis?
Os preços dos combustíveis não são apenas um número aleatório exibido nas placas das estações de serviço. Eles são o resultado de uma complexa interação entre vários fatores, incluindo:
Preços do Petróleo: Como a matéria-prima fundamental para a maioria dos combustíveis, as flutuações nos preços do petróleo bruto têm um impacto direto nos preços finais. Eventos geopolíticos, acordos de produção e mudanças na demanda global podem influenciar drasticamente esses preços.
Oferta e Demanda: A lei básica da oferta e demanda desempenha um papel crucial. Quando a demanda por combustível supera a oferta, os preços tendem a subir. Fatores sazonais, como o aumento das viagens durante as férias, também podem influenciar a demanda.
Custos de Produção e Distribuição: O processo de transformar petróleo bruto em combustíveis refinados envolve custos de produção, transporte e distribuição. Qualquer mudança nesses custos pode afetar os preços.
Taxas e Impostos: Os governos aplicam impostos sobre os combustíveis para financiar projetos de infraestrutura e outras iniciativas. Esses impostos podem variar significativamente de país para país e têm um impacto direto nos preços.
Economizando nos Combustíveis: Dicas Práticas
Embora não possamos controlar todos os fatores que afetam os preços dos combustíveis, há medidas que podemos tomar para economizar dinheiro na bomba:
Dirigir de Forma Eficiente: Acelerações bruscas e frenagens repentinas podem diminuir a eficiência do combustível. Praticar uma direção suave e manter uma velocidade constante ajuda a economizar combustível.
Manutenção Regular: Manter seu veículo em bom estado de funcionamento é fundamental para garantir que ele esteja consumindo combustível de maneira eficiente. Trocas de óleo regulares, verificação da pressão dos pneus e manutenção do sistema de escapamento são importantes.
Planejamento de Viagens: Ao planejar suas viagens, considere o tráfego e as distâncias. Evitar congestionamentos e combinar várias tarefas em uma única viagem pode ajudar a economizar combustível.
Explorar Opções Alternativas: Dependendo da sua localização e disponibilidade, você pode considerar opções de transporte público, compartilhamento de caronas ou até mesmo adotar veículos elétricos.
Acompanhamento dos Preços: Use aplicativos e sites para monitorar os preços dos combustíveis em diferentes postos. Pode valer a pena viajar um pouco mais para encontrar um preço mais acessível.
Conclusão
Os preços dos combustíveis podem ser um quebra-cabeça intrigante, mas com um pouco de compreensão e ação consciente, você pode minimizar seu impacto no seu orçamento. Mantenha-se informado sobre os fatores que afetam os preços e aplique estratégias inteligentes para economizar combustível. Lembre-se de que, embora não possamos controlar todos os aspectos, podemos fazer escolhas que beneficiem nosso bolso e o meio ambiente. Juntos, podemos enfrentar os desafios do cenário de combustíveis em constante mudança.
Vamos falar sobre o IGP-M, sigla muito presente no cotidiano e principalmente nos contratos de aluguéis.
IGP-M, significa Índice Geral de Preço de Mercado e é calculado pela Fundação Getúlio Vergas (FGV). Na prática, ele é composto por um conjunto de índices com o intuito de medir as movimentações do mercado, independente da sua atividade, como exemplo, pode mensurar o custo de materiais, equipamentos, alimentação, transporte, além de outros itens.
O cálculo do IGP-M, é uma composição de três índices de preços, cada um com um peso diferente: o IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo), representa 60% do cálculo do IGP-M, o IPC (Índice de Preços ao Consumidor), representa 30% e o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) representa 10%.
Índice de preços ao Produtor Amplo (IPA) Calculado também pela Fundação Getúlio Vargas, o IPA, tem como objetivo é acompanhar e registrar as variações de preços de produtos agropecuários e industriais em comercializações que acontecem antes da venda ao consumidor final.
Índice de Preços ao Consumidor (IPC) Calculado também pela Fundação Getúlio Vargas, o IPC, tem como objetivo avaliar o poder de compra do consumidor. O indicador entende a variação de um conjunto de bens e serviços, que estão presentes no dia a dia das famílias brasileiras com renda média mensal entre 1 e 33 salários mínimos.
Essa análise é realizada em sete capitais: Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo e fazem parte do cálculo 338 itens.
Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) Calculado também pela FGV, o INCC, serve como indicador para analisar a evolução dos preços de materiais, serviços e mão de obra que fazem parte da construção civil.
Conclusão
Podemos concluir, que o IGP-M é um conjunto de diversos índices do mercado, que tem por objetivo mapear as variações dos custos de produção. O IGP-M, também pode ser usado como a taxa determinada para reajustes em outros contratos como de fornecimento de energia, mensalidades escolares e diversos outros tipos de contratos.
A Inteligência Artificial (IA) não é mais um conceito futurista; ela está aqui e agora, e está moldando diversos setores, incluindo as finanças. A capacidade da IA de analisar dados em velocidades inimagináveis e identificar padrões complexos está mudando de maneira como as instituições financeiras operam, desde análises de risco até atendimento ao cliente. Neste artigo, exploraremos como a IA está revolucionando o setor financeiro e os benefícios que ela traz para empresas e consumidores.
1. Análise de Dados Precisa e Veloz
Uma das maiores contribuições da IA para as finanças é sua habilidade de analisar enormes volumes de dados de forma rápida e precisa. Isso permite que as instituições financeiras identifiquem tendências de mercado, padrões de gastos dos consumidores e até mesmo riscos de fraude com muito mais eficiência. A IA pode processar informações históricas e em tempo real, fornecendo insights importantes para a tomada de decisões informadas.
2. Previsão e Tomada de Decisões Baseadas em Dados
Com base nas análises de dados, a IA pode prever comportamentos futuros e auxiliar na tomada de decisões financeiras. Isso é especialmente útil para investidores e gerentes de portfólio, que podem usar modelos de IA para avaliar riscos e identificar oportunidades de investimento com maior confiança. Além disso, a IA pode sugerir estratégias de alocação de ativos personalizadas, adaptadas aos objetivos individuais dos investidores.
3. Atendimento ao Cliente Personalizado
A IA também está transformando a experiência do cliente no setor financeiro. Chatbots e assistentes virtuais alimentados por IA são capazes de fornecer suporte e informações 24 horas por dia, 7 dias por semana. Eles respondem a perguntas frequentes, auxiliam na resolução de problemas e até mesmo podem ajudar os clientes a entender melhor seus produtos financeiros. Isso melhora a satisfação do cliente e libera os recursos humanos para tarefas mais complexas.
4. Detecção de Fraudes e Segurança
A IA desempenha um papel fundamental na detecção de atividades fraudulentas. Ao analisar padrões de transações e comportamentos de clientes, a IA pode identificar atividades suspeitas e alertar as instituições financeiras para agirem rapidamente. Isso não apenas protege os consumidores, mas também ajuda a manter a integridade do sistema financeiro como um todo.
5. O Futuro da IA nas Finanças
À medida que a tecnologia continua a evoluir, o potencial de IA nas finanças é praticamente ilimitado. Espera-se que a IA seja cada vez mais utilizada para automatizar processos de back-office, como reconciliação de dados e conformidade regulatória. Além disso, uma aplicação de IA na análise de sentimentos de mercado, combinando dados financeiros com informações das redes sociais, poderia oferecer uma visão mais completa do comportamento do mercado.
Conclusão
A Inteligência Artificial está redefinindo as finanças, tornando-as mais eficientes, precisas e acessíveis. As instituições financeiras que abraçam essa tecnologia têm a oportunidade de melhorar suas operações, oferecer melhores serviços aos clientes e tomar decisões financeiras mais informadas. Ao mesmo tempo, os consumidores beneficiam de uma experiência financeira mais personalizada e segura. Com a evolução contínua da IA, o futuro das finanças está cheio de inovações que prometem tornar o setor ainda mais dinâmico e adaptado às necessidades em constante mudança.
Em um mundo onde a estabilidade financeira é um objetivo cobiçado por muitos, é essencial entender os princípios que regem a gestão eficaz das finanças pessoais. Os “Três Pilares do Domínio das Finanças Pessoais” oferecem um guia sólido para construir uma base financeira saudável e alcançar seus objetivos econômicos de curto e longo prazo. Neste artigo, exploraremos cada um desses pilares e como eles se interconectam para formar um alicerce sólido para o sucesso financeiro.
Pilar 1: Orçamento e Controle de Gastos
O primeiro pilar essencial é o orçamento e o controle de gastos. Criar um orçamento sólido é como traçar um mapa para suas finanças: deve-se listar suas fontes de renda e categorizar seus gastos, desde contas mensais até despesas diárias. O objetivo é entender para onde seu dinheiro está indo e identificar as áreas em que você pode economizar. A disciplina é a chave aqui – registrar cada transação e revisar periodicamente seu orçamento para ajustar conforme necessário.
Pilar 2: Economia e Investimento
O segundo pilar é a economia e o investimento. Uma vez que você tenha um orçamento claro, é hora de economizar uma porção de sua renda regularmente. Isso estabelece uma rede de segurança para emergências e oportunidades futuras. Além disso, investir é uma maneira de fazer seu dinheiro crescer ao longo do tempo. Isso pode envolver aportes em contas de aposentadoria, investimentos em ações, títulos ou propriedades. A chave é entender seu apetite ao risco e diversificar seus investimentos para equilibrar o potencial retorno com a segurança.
Pilar 3: Educação Financeira e Planejamento de Longo Prazo
O terceiro pilar, muitas vezes negligenciado, é a educação financeira e o planejamento de longo prazo. O conhecimento é poder quando se trata de finanças pessoais. Tire um tempo para aprender sobre juros compostos, estratégias de investimento e como os mercados financeiros funcionam. Além disso, estabeleça metas financeiras de longo prazo, como comprar uma casa, financiar a educação dos filhos ou se aposentar confortavelmente. O planejamento a longo prazo permite que você mantenha o foco em suas metas e tome decisões consistentes com elas.
Conclusão
Dominar as finanças pessoais não é apenas sobre ganhar dinheiro, mas sim sobre tomar decisões financeiras conscientes e informadas. Os três pilares trabalham juntos para criar um equilíbrio saudável em suas finanças.Ao fortalecer cada um desses pilares, você estará construindo uma base sólida para alcançar a estabilidade financeira e realizar seus sonhos econômicos. Comece a implementar esses princípios hoje e pavimente o caminho para um futuro financeiro mais seguro e próspero.
Drex é a moeda digital do Banco Central do Brasil (BCB). É uma versão eletrônica do real brasileiro, que utiliza a tecnologia blockchain, a mesma das criptomoedas, e está em fase de desenvolvimento,com previsão de lançamento até o final de 2024.
Essa versão oferecerá uma série de vantagens em relação ao dinheiro físico, como:
Maior segurança: armazenamento em uma carteira digital, que é mais segura do que uma carteira física.
Maior eficiência: transferência instantaneamente para qualquer lugar do mundo.
Maior inclusão financeira: pode ser usado por pessoas que não têm acesso a serviços bancários tradicionais.
O Drex também ajudará a combater a corrupção e o crime financeiro. Como o Drex é uma moeda digital, todas as transações serão rastreadas pelo Banco Central do Brasil. Isso tornará mais difícil para criminosos usarem-no para lavar dinheiro ou financiar atividades ilícitas.
Além das vantagens citadas acima, o Drex também oferecerá uma série de outros benefícios, como:
Redução de custos: redução dos custos de transações financeiras, pois não há necessidade de intermediários, como bancos ou instituições financeiras.
Aumento da transparência: todas as transações em Drex serão registradas em um blockchain, o que tornará mais transparente a movimentação de recursos.
Melhor gestão de riscos: pode ajudar a melhorar a gestão de riscos financeiros, pois as transações serão mais rastreáveis e auditáveis.
Conclusão:
O Drex é uma moeda digital com um grande potencial de benefícios para a sociedade brasileira. Ele pode ajudar a tornar o sistema financeiro mais seguro, eficiente, inclusivo e transparente, além de ser uma inovadora e com o potencial de revolucionar o sistema financeiro brasileiro.
Poupança A poupança é uma aplicação disponível no mercado financeiro e acessível a todos, mas temos que entender de fato todos os detalhes. Tem custos? Quando aportamos um recurso na poupança, não precisamos nos preocupar com custos, pois é uma modalidade de aplicação isenta. Aniversário da poupança A poupança possui liquidez diária e sua remuneração da caderneta é mensal, mas apenas em sua data de “aniversário”, que é no dia do mês em que o aporte foi realizado. Ou seja: a aplicação realizada no dia 20 de um determinado mês só terá de fato o rendimento no próximo dia 20 do mês. Caso deseje sacar o recurso antes do dia 20 o acumulado se perde e não haverá rendimento. Riscos ao investir na poupança: A poupança conta com o FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que tem a função de assegurar o investidor em caso de uma quebra do banco. Como assim? O cliente que possui recurso aplicado na caderneta receberá de volta até R$ 250 mil. A garantia do FGC é por CPF e por instituição financeira para aplicações em ativos bancários. Poupança e rendimento, qual a regra? As regras de remuneração valem para todas as instituições do mercado, funcionando da seguinte forma: A poupança pode ter 2 cenários de rendimentos, segue explicação abaixo: – Se a Selic (taxa básica de juros) estiver com os juros acima de 8,5% ao ano, o rendimento da poupança será de 0,5% ao mês mais a variação da TR; – Se a Selic estiver igual ou abaixo de 8,5% ao ano, o rendimento da poupança será equivalente a 70% da Selic mais a variação da TR.
O que é Educação Financeira e qual a sua importância para a vida pessoal e profissional das pessoas?
29/07/2023 – 15:07
Educação financeira é o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que permitem às pessoas gerenciar seus recursos financeiros de forma consciente, responsável e eficiente. Ela envolve planejar, poupar, investir, gastar e controlar o dinheiro, levando em conta os objetivos, as necessidades e as possibilidades de cada um.
A educação financeira é importante para a vida pessoal e profissional das pessoas porque ela contribui para:
Melhorar a qualidade de vida e o bem-estar, reduzindo o estresse e a ansiedade causados por problemas financeiros.
Aumentar a autoestima e a confiança, dando mais autonomia e liberdade para tomar decisões financeiras.
Desenvolver uma visão de longo prazo, estimulando o planejamento e a disciplina para alcançar metas e sonhos.
Ampliar as oportunidades de crescimento e desenvolvimento pessoal e profissional, possibilitando o acesso a cursos, viagens, negócios e outros projetos.
Promover a cidadania e a responsabilidade social, incentivando o consumo consciente, a sustentabilidade e a solidariedade.
Portanto, a educação financeira é uma ferramenta essencial para quem deseja ter uma vida mais equilibrada, feliz e próspera. Ela pode ser aprendida por qualquer pessoa, em qualquer idade ou situação financeira. Existem diversos cursos, livros, aplicativos e sites que podem auxiliar nesse processo de aprendizagem. O importante é começar o quanto antes e manter-se sempre atualizado.
O setor financeiro está em constante mudança, e a tecnologia está desempenhando um papel cada vez mais importante nessa transformação. As inovações tecnológicas estão revolucionando a forma como as pessoas interagem com o dinheiro, e estão também criando novas oportunidades para os negócios.
Alguns dos principais exemplos de como a tecnologia está mudando o setor financeiro incluem:
A ascensão dos serviços financeiros digitais: Os serviços financeiros digitais estão se tornando cada vez mais populares, à medida que as pessoas buscam comodidade e eficiência. Os serviços financeiros digitais podem ser acessados a qualquer hora e em qualquer lugar, e eles oferecem uma ampla gama de opções, incluindo transferências de dinheiro, pagamentos de contas e investimentos.
O surgimento de novas tecnologias: Novas tecnologias, como a inteligência artificial (IA), blockchain e big data, estão sendo usadas para melhorar a eficiência e a segurança do setor financeiro. A IA está sendo usada para automatizar tarefas, a blockchain está sendo usada para criar sistemas de pagamento mais seguros e o big data está sendo usado para melhorar a tomada de decisão.
O aumento da concorrência: O setor financeiro está cada vez mais competitivo, à medida que novos participantes entram no mercado. Isso está pressionando as empresas tradicionais a inovar e a oferecer melhores serviços aos clientes.
A tecnologia está tendo um impacto significativo no setor financeiro, e esse impacto só deve aumentar nos próximos anos. As inovações tecnológicas estão criando novas oportunidades para os negócios, estão melhorando a eficiência e a segurança do setor, e estão tornando os serviços financeiros mais acessíveis e convenientes para as pessoas.
Alguns dos benefícios da tecnologia no setor financeiro incluem:
Melhor eficiência: A tecnologia pode ajudar as empresas financeiras a automatizar tarefas, o que pode levar a uma redução de custos e a uma melhor eficiência.
Maior segurança: A tecnologia pode ajudar as empresas financeiras a melhorar a segurança dos seus sistemas e dos dados dos clientes.
Melhor atendimento ao cliente: A tecnologia pode ajudar as empresas financeiras a oferecer um atendimento ao cliente melhor e mais personalizado.
Novas oportunidades de negócios: A tecnologia está criando novas oportunidades para os negócios financeiros, como o desenvolvimento de novos produtos e serviços, a expansão para novos mercados e a melhoria da eficiência operacional.
A tecnologia está transformando o setor financeiro de várias maneiras, e esse impacto só deve aumentar nos próximos anos. As empresas financeiras que estão adotando a tecnologia estão se posicionando para ter sucesso no futuro.
Quando falamos de mercado financeiro e ciclos econômicos, muitas vezes as informações não são claras, não é mesmo?!
Inflação nada mais é do que o aumento de preços de produtos e serviços. Independente do setor, quando existe um aumento de consumo, temos um aquecimento na economia e consequentemente os preços sobem. Quando este movimento acontece, pode afetar diretamente o bolso dos brasileiros.
Exemplo: Recentemente, tivemos uma inflação forte sobre os Veiculos usados no mercado automotivo. Esse movimento aconteceu, pelo fato das taxas de financiamento estarem atrativas e falta de peças para que as montadoras pudessem comercializar Veiculos novos. Com isso, o mercado de carros usados ficou mais atrativo para o consumidor e a quantidade de negócios (compras e vendas) aumentaram em grande escala. Com isso, um veículo que tinha uma avaliação próximo a 50 mil reais antes do mercado aquecer, passou a custar 10% mais caro após as vendas aumentarem.
Esse é o comportamento que a inflação pode gerar em uma determinada economia. O índice de inflação é o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), é calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O IPCA, tem o papel de avaliar o quanto tivemos de oscilação de preços entre os meses sobre determinados produtos e serviços.
A lista de produtos é extensa, mas em resumo, se faz uma média ponderada entre alimentos, roupas, eletrodomésticos, produtos de limpeza, aluguel, gastos com saúde, educação, gasolina e lazer. Com isso, podemos ter ideia de como tem oscilado o custo de vida de um mês para outro para todos nós.
Economista formado pela Universidade São Judas Tadeu , tem Certificação Ancord e atua na área de Investimentos , Alocação e Portfólio na CMS Invest
Consultor no blog Dica$ do Sheik
Renato Hossne
Sou graduado em Marketing pela Unip , com MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela FGV e sempre gostei de Economia e Tecnologia.
A minha formação acadêmica me proporcionou trabalhar em diversos segmentos da nossa economia, como Telecomunicações , Metalurgia e Construção Civil .
Aos 52 anos de idade já vi muita coisa acontecer na economia do nosso país e do mundo.
Hoje estou em busca de um novo desafio na área de TI , especificamente em Segurança de Informação. Com tantos golpes e fraudes acontecendo no mundo inteiro acredito ser uma área muito promissora.
A minha intenção com esse blog , como o próprio nome já diz, é dar dicas para ajudar as pessoas em seu dia a dia de uma maneira que qualquer um possa entender e aplicar.